Discute-se muito sobre o aumento dos dias letivos no Brasil como propostas para um resultado de excelência na educação. O que há, na verdade, são propostas falaciosas de quem não entende de Educação. Ser governo é está em sintonia constante com os números. Estes (os números) são frios e não representam verdades absolutas. 200 dias letivo, ou mesmo 220, ou quem sabe 2000 dias letivos, não propiciará a excelência de uma educação que pontua enfaticamente a desigualdade entre categorias existentes no campo do trabalho. Um ponto a mais numa cirurgia não salvará o paciente.
Até quando estes governantes subservientes das mercadorias de impostos (dinheiro, muito dinheiro) darão propostas de fato, que sirvam pelo menos para suavizar as desigualdades existentes no país e na educação? Acho que o que falta no Brasil, não é o aumento dos dias letivos. São, na verdade, metas maduras e que possibilitem uma pedagogia calcada no preciosismo do aluno, como indivíduo capaz de estar no mundo. O que pode propor um cidadão que em um gabinete recheados de assessores bajuladores dizendo que tudo está bem possa construir e contribuir para a efetivação de políticas mais eficazes. Não, não pode!
O conselho que eu dou para o Ministério da Educação é que leia o documento final das conferências realizadas no Brasil desde 2006. Não falo somente na CONAE, mas em outras, pois todas construíram suas metas tendo como base a escola. Sociabilização, interatividade, participação, unidade, respeito, etc. São essências da qualificação do cidadão.
Claro que criticar e não propor é mais que uma aberração. Vejamos:
Melhores salários já virou clichê, mas vamos lá. Melhoria salarial;
Adequação indivíduo com o meio. Não se pode conceber educação sem as menores condições de espaço;
Desatrelar a educação do aluno com programas sociais. Gasta-se muito sem atacar de fato o problema. Deve se investir não formação familiar. Quem tem que vir a escola necessariamente é o pai e a mãe. Recebe bolsa-família se os pais virem pelo menos cinco vezes na semana na escola do filho. Se faltar um dia corta-se a renda do mês corrente.
Ampliar a atividade do aluno em sala de aula, introduzindo outras habilidades, ou seja, propor a atuação deste aluno no campo artístico-esportivo;
Outro fato que contribui para a situação crítica da educação do país é a corrupção. Gasta-se muito com corrupção e investe-se pouco em educação. A solução é criar mecanismos que coíbam práticas danosas ao patrimônio público nacional. (Cadeia, para quem merece)
Continua no próximo texto. Devo parar para que você leitor incomodado com a proposta se revolte e busque novas informações.
Até a próxima postagem!
Por Abdias Cantalice



2 comentários:
Discute-se muito sobre o aumento dos dias letivos no Brasil como propostas para um resultado de excelência na educação. O que há, na verdade, são propostas falaciosas de quem não entende de Educação. Ser governo é está em sintonia constante com os números. Estes (os números) são frios e não representam verdades absolutas. 200 dias letivo, ou mesmo 220, ou quem sabe 2000 dias letivos, não propiciará a excelência de uma educação que pontua enfaticamente a desigualdade entre categorias existentes no campo do trabalho. Um ponto a mais numa cirurgia não salvará o paciente.
Muito interessante o blog. Não sabia da existência do mesmo!
Postar um comentário
Poste comentários neste blog que contribuam com o crescimento intelectual de seus visitantes.
Os comentários são de responsabilidade dos próprios visitantes.