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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Por uma educação integral (parte 2)

Notadamente, discutir educação no Brasil, seja ela integral, seja ela em apenas um turno, não é tarefa fácil. Muito menos para aqueles que acreditam ter a sabedoria e a varinha de condão para o sucesso da educação básica. O Brasil, pais com dimensões continentais, traz em sua diversidade o que mais se percebe de desigualdade. Mas acreditamos que com os avanços daqueles que formam (as Universidades) possamos encontrar caminhos melhores para o aprendizado do alunado de educação fundamental. Oxalá as academias aceitem suas obrigações como fato de efetiva proposição, chegaremos ao sucesso.
A Escola brasileira Está em crise por haver inúmeros falaciosos que se propõem salvadores dos menos favorecidos e propositores da boa nova. Não dá para acreditar em propostas que sejam construídas em ambientes fechados, sem a provocação dos que estão em contato imediato com os alunos. E neste caso, devo mencionar Diretores, Coordenadores, Professores e equipe técnica da escola de educação básica. Estes são sabedores de fato de onde se deve atuar. A título de exemplo cita-se os recursos destinados por órgãos de fomento a educação, como o FNDE, com o programa PDDE (Programa Dinheiro Direto a Escola) que tem sido motivo de grandes avanços na educação em escolas que tem Unidades Executoras.
Pouco dinheiro, mas que mesmo assim sua aplicação tem demonstrado a efetiva atuação e o destino final para à escola e para o aluno que tanto necessita. Discutir educação integral preocupa e muito, pois será que mais uma vez destinará recursos sem as devidas averiguações de aplicabilidade? Fica-se a dúvida. Não se entende como pessimismo, mas num país que se gasta fortunas com corrupção, não dá para entender educação nestes moldes. Menos de um por cento dos recursos desviados retornam aos cofres públicos, através de ações na justiça. Investir em cultura para a juventude através de pontos de cultura. Investir em esportes com quadras poliesportivas, permitindo uma maior inclusão. Investir formações complementares para os jovens e para as famílias possibilitará uma melhor adaptação nos campos de interação social. Investir em cursos técnicos para este jovem adentrar ao primeiro emprego, permitirá o crescimento do indivíduo.
Portanto, antes de falar em educação integral, fale em aplicação devida dos recursos e possibilidade de interação do aluno com os campos da cultura e da sociabilização. Cultura, Esporte e Educação estão em sintonia para um crescimento de um povo.

Por Abdias Cantalice

2 comentários:

Escola M. Burity disse...

Criar um blog que venha a contribuir com a educação, seja ela de Soledade, seja ela de qualquer outra localidade, é sempre bem vindo. Parabéns aos blogeiros que se detem a produzir efeitos positivos para a educação.

Anônimo disse...

Adorei o blog,acho que para ele fazer sucesso só precisa de divulgação.
Até porque a leitura é fundamental para o nosso aprendizado,e com esse blog fica ainda mais fácil de se aprender algo através dos textos que nele ha.sinceramente adorei!

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